O subsecretário de Estado dos Estados Unidos, Christopher Landau, afirmou hoje que Washington está disponivel a ajudar uma "Africa estável e próspera" com a qual possa desenvolver alianças económicas de beneficio mútuo.
O Burquina Faso e o Mali proibiram a entrada de cidadãos americanos, anunciando que estão a aplicar a "reciprocidade" às medida de Washington, que anunciou a recusa de vistos para os cidadãos destes países do Sahel.
A consultora Oxford Economics considera que a África Austral, que inclui Angola e Moçambique, é a "linha da frente da competição global por recursos naturais", com os Estados Unidos da América e a China a disputarem influência.
Especialistas em relações internacionais consideram que “corrupção e insegurança jurídica” prejudicam Angola nas tentativas de captar investimento externo, e que para tirar vantagens da 17ª Cimeira Empresarial EUA-África, o país deve ter “a casa arrumada”.
O diretor do Gabinete de Assuntos Africanos do Departamento de Estado dos EUA, Troy Fitrell, rejeitou hoje em Luanda que existam proibições de vistos a países africanos, garantindo que se trata de uma “narrativa completamente errada”.