Sábado, 04 de Abril de 2020
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Segunda, 30 Setembro 2019 10:09

Um impressionante e luxuoso casamento no reino da corrupção

Tudo entre eles os laços se consolidam e se fortificam: Estes casamentos entre eles, empresários, filhos e filhas dos mesmos governantes de sempre apontados entre os mais corruptos do reino da corrupção angolana.

É uma forma de tornar cada vez mais sólido e fortificado os laços entre eles do mesmo e já velho clube de amigos, camaradas e compadres (MPLA) com objetivos muito bem definidos. Já reparam que eles sãos todos compadres e afilhados uns dos outros, pais e filhos, e todos eles do mesmo partido?

Só para falar do Nandó, é padrinho dos filhos de Pedro de Sebastião são compadres de casamento. Isto ainda sem somar quantos filhos de corruptos apadrinhou e a fila que já não deve existir de candidatos á afilhados do mesmo grupo?

Um evento que reuniu os membros da elite mais corrupta nacional seus filhos, amigos, camaradas e compadres com uma ausência mais notável que chamou atenção de todos os presentes que foi de Kopelipa. A cerimônia que contou com fogo de artificio, batalhões de homens da secreta disfarçados entre os convidados e foi realizado em um cenário especialmente construído para a ocasião.

Quanto custou tudo aquilo ainda estamos a fazer o balanço, claro em termos de cálculos ainda, enquanto não conseguimos abrir alguns arquivos mal fechados podem crer. Pois aquilo não foi uma festa qualquer onde se comia funge com carne de gato ou ratos grelhados, realidade pura hoje em Angola país rico com a maioria da merda.

Há quem diga que só já o convite em si já antecipava a extravagancia daquela que para alguns já é considerado o casamento do século. O único na história de todos os casamentos já realizados pela elite mais corrupta do país onde até os convites pareciam banhados a ouro, no dizer de algumas vozes inflamadas.

As imagens e toda aquela movimentação me chegavam de minuto á minuto, algumas reportando o excesso de zelo dos homens da secreta posicionados em pontos estratégicos do local da festa.

Cada um deles se fingindo como podia, desde em como se tratasse de mero e simples convidado, às mais diversas máscaras foram usadas na caça de possíveis intrusos e indesejados no local. Foi um exagero imagino o quanto dinheiro com sangue, não se gastou naquela besteira. Que até parecia uma autentica afronta aos miseráveis milhões de angolanos vivendo e se alimentando no meio do lixo.

A maka é que mesmo apesar dessa exuberância que está a provocar tanta polémica.

Porque acontece numa altura em que lá nos confins de Angola já não há nada para se comer é que a própria presidência da república não perde uma festança destas.

Continuarei há mais detalhes sobre esta festa

Por Fernando Vumby

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