A ministra das Finanças de Angola, Vera Daves de Sousa, admitiu que a despesa pública com os subsídios aos combustíveis deverá disparar para 2,48% do Produto Interno Bruto em 2026 devido ao aumento do preço do petróleo.
A ministra das Finanças de Angola, Vera Daves de Sousa, admitiu que a despesa pública com os subsídios aos combustíveis deverá disparar para 2,48% do Produto Interno Bruto em 2026 devido ao aumento do preço do petróleo.
O presidente da Associação Industrial de Angola (AIA) defendeu hoje o aumento progressivo do preço dos combustíveis e o agravamento da importação de viaturas a gasolina, para mitigar os “subsídios loucos”, defendendo também melhor organização dos transportes públicos.
A ministra das Finanças angolana disse hoje, em Luanda, que o Executivo prevé poupar, em 2026, mais de 2,6 billões de kwanzas (2,4 mil milhões de euros) com a retirada do subsídio aos preços dos combustivels.
A diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI) defendeu hoje que os subsídios aos combustíveis em Angola "beneficiam as pessoas mais ricas" e devem ser retirados de forma gradual para que a poupança seja dirigida às famílias mais pobres.