Na semana transacta, as hostes do Regime foram atingidas com a divulgação em proporções industriais de cópias do projecto de resolução do Senado (câmara alta) dos Congresso dos Estados Unidos da América (EUA) sobre as eleições em Angola. A vários níveis, o Regime levou a cabo diversas diligências de visibilidade pública para subverter a realidade. Foi em vão.
Ao longo do processo eleitoral, depois da tomada de posse do presidente não eleito em 2017, a fraude para as eleições de 2022 tinha dado os primeiros passos. O partido Estado não se inovou nas estratégias de fraude segundo as circunstâncias; usou, usa os mesmos métodos de 1992, 2008, 2012, 2017 e por isso quase tudo vem a tona.
“O Partido Movimento Popular de Libertação de Angola, diz na sua campanha que, votar no MPLA e honrar o Antigo. Presidente do Partido José Eduardo dos Santos, ora, onde andavam esses senhores e senhoras quando, sozinho e “abandonado” sucumbia nas terras de Espanha, Barcelona.
A África do Sul até o momento é o único País africano que possui bombas atômicas mas oficialmente diz-se que estas armas foram desmanteladas nos anos ‘90, mas na verdade estas armas nunca foram desmanteladas e estas mesmas armas não foram construídas pelo governo Sul africano (porque não têm tal tecnologia) mas sim pelo Ocidente, na época isto é, nos anos ’60, ’70 e ’80, estas armas foram construídas e instaladas na África do Sul com o objectivo de desacelerar o avanço e a influência do comunismo soviético naquela Região da África Austral e Subsahariana.
Nas sondagens que o MPLA encomendou em 2017, a empresa SENSUS, os resultados davam-lhe vitória na casa dos 30%, mas se a UNITA e CASA-CE se juntassem controlariam o parlamento.