A venda de duas participações em sociedades de produção de petróleo em blocos angolanos foi oficializada este mês de acordo com decretos executivos publicados no Diário da República de Angola.
O Serviço Nacional das Alfândegas (SNA) desmentiram nesta segunda-feira a notícia veiculada pelo Jornal de Angola, segundo, a qual, cerca de mil modelos de automóveis, incluindo os com mais de três anos de fabrico, podiam agora voltar a ser importados, fazendo, menção a uma circular dos SNA.
As receitas fiscais com a exportação de petróleo de Angola desceram para 9,4 Bilhões de euros nos primeiros cinco meses do ano, segundo dados do Ministério das Finanças consultados hoje pela Lusa.
O grande potencial de Angola pode não se traduzir automaticamente num aumento da produção de petróleo e na consequente subida das receitas para o Estado, avisa Virendra Chauham, um analista da consultora especializada no setor da energia Energy Aspects.
Nos primeiros quatro meses deste ano, as receitas petrolíferas caíram 150 mil milhões Kz, prevendo-se que, em dois anos, caiam 850 mil milhões Kz. O Executivo lançou recentemente uma ofensiva diplomática para assegurar que o País continue com os projectos através do financiamento internacional.
Total Arrancou a produção em águas profundas no Bloco17 localizada a 140 quilómetros de Luanda, com uma capacidade de produção de 160 mil barris por dia e cujas reservas estimadas apontam para mais de 500 milhões de barris, segundo informação da estatal Sonangol a que a Lusa teve acesso.
A Sonae recusa-se a avançar uma data para a abertura do primeiro Continente em Angola, mas garante que estão a ser feitos esforços para proceder à abertura “o mais breve possível”.