O Chefe de Estado, João Lourenço, nomeou esta quarta-feira, em decreto assinado, Virgílio Domingos da Silva Júlio, para o cargo de director do Cerimonial do Presidente da República.
O Governo angolano considerou hoje que o ambiente de negócios do país “não é péssimo e nem é mau”, mas “tem espaço para melhorias”, tendo como base a segurança patrimonial, reconhecimento da propriedade privada e outros.
A Reserva Estratégica Alimentar (REA) angolana vai funcionar apenas com base na produção nacional, sobretudo agrícola e industrial, e com um modelo de financiamento que evite passivos não previstos para as contas públicas, foi hoje anunciado.
O ministro de Estado para Coordenação Económica, José de Lima Massano, afirmou, esta quarta-feira, em Luanda, que o país vive um momento em que não basta apenas ter “o preço mais alto do barril do petróleo ou mais produção petrolífera”, considerando que “já não é isso que resolve o nosso problema”.
A direção da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) ligada à ala brasileira convocou uma Assembleia-Geral para eleger, no domingo, novos órgãos sociais, ato refutado pela ala angolana liderada pelo bispo Valente Bizerra.
A Administração Geral Tributária (AGT) angolana arrecadou 60,3 mil milhões de kwanzas (72,3 milhões de dólares), em 2023, com a cobrança do Imposto Predial (IP), estimando um crescimento de 6% para este ano, anunciou hoje aquela entidade.
O Procurador-Geral da República de Angola disse hoje que o processo relativo à gestão da empresária angolana Isabel dos Santos na petrolífera estatal Sonangol está prestes a ser concluído e deve entrar brevemente no tribunal.
O Serviço de Investigação Criminal(SIC) deteve, terça-feira, em Luanda, um cidadão nacional, de 35 anos, acusado de abusar sexualmente um adolescente de 15 anos, no município de Cacuaco.
Uma queixa-crime contra o ministro do Interior, Eugénio Laborinho, foi apresentado na sexta-feira, 5, à Direcção Nacional de Investigação e Acção Penal (DNIAP), órgão afecto à Procuradoria-Geral da República (PGR), por crime de omissão, devido aos actos de violência cometidos por supostos agentes da Polícia Nacional mandatados pelo então comandante municipal de Talatona, em Luanda.
Um conhecido ativista angolano disse que a repressão ao direito à manifestação se intensificou nos últimos três anos, mas o ministro do Interior Eugénio Laborinho rejeitou essa acusação.