A Fundação Jonas Malheiro Savimbi (FJMS) foi apresentada publicamente hoje, terça-feira (20), em Luanda, tendo entre os seus principais objectivos o poio às pessoas com necessidades especiais.
A Embaixada da China em Luanda emitiu um alerta devido ao assassínio este ano, em incidentes separados, de três chineses a viver em Angola, alegadamente por “criminosos conhecidos das vítimas”.
Uma organização não-governamental angolana criticou hoje a falta de humanização nos serviços de saúde e as constantes roturas de medicamentos nos hospitais para o combate da sida, malária e tuberculose, defendendo uma política nacional de saúde comunitária.
A Comissão Nacional Eleitoral (CNE) está à espera de legislação para a implementação do voto electrónico nas eleições no País.
A consultora Oxford Economics considerou hoje que a cimeira da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) passou ao lado dos problemas internos dos países do bloco, tendo centrado os trabalhos nos temas de comércio, segurança e política.
Luanda acolhe hoje e quarta-feira uma reunião ministerial entre representantes da República Democrática do Congo (RDCongo) e o Ruanda, a fim de discutir uma proposta que visa restabelecer a paz no leste da RDCongo.
Recentemente, o parlamento angolano aprovou uma série de leis de grande impacto: a Lei de Segurança Nacional, a Lei de Divisão Política Administrativa e a Lei contra o Vandalismo. Essas legislações foram aprovadas com rapidez incomum, levantando discussões e suspeita sobre seus reais objetivos e suas implicações para o futuro do país.
Recentemente assistimos o aumento nos preços das telecomunicações no nosso país, em que as razões da subida de preços foi o ajuste cambial em função a desvalorização do kwanza face a divisa. Isso por conta da importação de certos serviços deste sector.
O empresário israelita também portador de nacionalidade belga, identificado por Chaim Charles Leon Fink, mais conhecido por Chaim Fink, é denunciado por um grupo de empresários angolanos e israelitas de realizar negócios desleais, no ramo diamantífero, onde compra diamantes ilegais para revender no exterior do país, uma medida que lhe dá altos lucros, mas que prejudica o Estado angolano.
O secretário de Estado para o Ensino Superior de Angola disse hoje que o número de candidaturas para as vagas disponibilizadas no ano académico 2023/2024 diminuiu devido, entre outros fatores, aos baixos rendimentos das famílias.