Onde andam os arautos defensores do civismo e da dinâmica cada vez mais decrescente do respeito da família angolana?
A fábrica de lapidação de diamantes de Angola, reestruturada depois de falhada a parceria com investidores estrangeiros através de um investimento de 6,2 milhões de euros, foi hoje reinaugurada e tratará 5.000 quilates de diamantes mensalmente.
A expropriação de terras por parte de dirigentes angolanos está a ser investigada pelo jornalista Rafael Marques, autor do livro "Diamantes de Sangue", que afirma ter detetado dezenas de situações irregulares.
O presidente da Associação Industrial de Angola (AIA), José Severino, prevê a necessidade de subir os preços dos combustíveis no país em dez por cento, para reduzir os custos em subsídios públicos, depois de dois aumentos em 2014.
O Ministério do Comércio de Angola formalizou aos empresários importadores a decisão de cancelar os licenciamentos de importação de 27 produtos alimentares e não alimentares.
Relatório sublinha que estes subsídios permitem manter os preços artificialmente baixos e custaram 3,7% do Produto Interno Bruto angolano em 2014, mas beneficiam essencialmente as famílias «mais abastadas». Fundo quer mudanças já este ano.
Banco Nacional de Angola está a reforçar a disponibilização de divisas aos bancos comerciais para desbloquear o pagamento de produtos importados, nomeadamente alimentos e medicamentos.
O kudurista Agre G esteve recentemente no programa "Sempre a subir" da TPA2, onde, além de realçar as dificuldades inerentes à sua profissão, aproveitou para deixar um recado aos seus colegas. O artista acredita que para fazer sobressair o kuduro é preciso evitar os comportamentos que mancham o estilo e ter uma maior preocupação em fazer mais e melhor conteúdo musical.
A falta de dólares nas bancas angolanas fez disparar a cotação da moeda norte-americana nas tradicionais 'kinguilas' de Luanda, que já têm dificuldades em satisfazer a procura.
Por toda a capital angolana, Luanda, cartazes estrategicamente posicionados anunciam um país que é alegremente conduzido ao progresso pelo Governo. «Construindo uma Angola próspera e solidária» é o presunçoso lema dos anúncios que celebram os feitos do Governo em todas as áreas da vida. Um dos cartazes festeja “mais energia eléctrica, mais desenvolvimento”, com uma foto da barragem do Gove, no Huambo, pese embora as recorrentes falhas de energia.