Administrador delegado assume que organização recusou dar “luvas”
Dois moçambicanos foram mortos em ataques xenófobos na cidade sul-africana de Durban, anunciaram hoje as autoridades moçambicanas na África do Sul, citadas pelo Notícias, diário de maior circulação em Moçambique.
O ativista de direitos humanos de Cabinda, Marcos Mavungo, detido desde o dia 14 de março, foi internado de urgência na quarta-feira com problemas cardíacos encontrando-se ainda na sala de reanimação, disse hoje à Lusa uma familiar do detido.
O capitão da embarcação de pesca sul-africana Bluegate, Angus Gilbert, morreu ontem aos 68 anos num hospital no Lobito, enquanto estava internado devido a um acidente vascular cerebral. O anúncio foi feito pela administradora da página de Facebook “Bring Captain Angus Gilbert and crew home” (Tragam o capitão Angus Gilbert e a tripulação para casa, na tradução livre).
A Comissão Política da UNITA, maior partido da oposição angolana, afirma que os níveis reais de liquidez e sustentabilidade do país "são desconhecidos" e que a população precisa de "saber a verdade" sobre a atual crise financeira.
Desde o ano lectivo de 2014, que Angola introduziu a disciplina de empreendedorismo no currículo do ensino secundário 7ª a 12ª classe. Pois, isso demostra a importância que o executivo dá aos empreendedores como condutores da economia de mercado.
A Santoro quer votar já em abril o fim do limite de 20% aos direitos de voto no BPI. Isabel dos Santos não quer que OPA da CaixaBank se prolongue sem justificação. Chumbo pode matar a oferta catalã
Devido à crise que a economia angolana enfrenta, muitos portugueses a trabalhar naquele país vivem em situação precária. Em Portugal também há estudantes angolanos, sem bolsas do Estado, a passar por sérias dificuldades.
Robert Mugabe, de 91 anos, é o governante mais velho do mundo. Ele estava à frente de uma mulher ao chegar em Pretória, na África do Sul.
Era há largos anos um dos maiores embaraços diplomáticos para Angola – as críticas das Nações Unidas por agressões sexuais, sobretudo a mulheres congolesas na região das Lundas, com milhares de vítimas. Numa altura em que Angola marca presença no Conselho de Segurança, o país sai do “mapa” da ONU para estes crimes humanitários.