Candidatos presidenciais muito próximos no discurso, com Paulo Morais mais acutilante nas referências a José Sócrates, Brasil e Angola
Há em Portugal uma categoria de gente que se apresenta como angolana. São pessoas que nasceram em Angola, mas esconderam a sua origem. Nunca fizeram nada de positivo por Angola, mas rapidamente se põem em bicos de pés.
Basta reparar que hoje quando criticados energicamente ou encostados a parede buscam imediatamente ou no próximo discurso a palavra de ordem (Queremos a Paz) não só por falta de argumentos sérios e convincentes para se defenderem assim como forma de manipularem algumas mentes.
O Executivo português admite que existem portugueses com salários em atraso em Angola e garante que está em conversações com o governo de José Eduardo dos Santos.
Deputado da Unita exorta a oposição a tomar medidas para garantir eleições idóneas.
Eles acordam cedo e voltam tarde. Têm à disposição milhares de cursos profissionalizantes, a fim de garantir um currículo irretocável perante o mercado de trabalho. Nas redes sociais, em vez de publicar a formação acadêmica – advogado, médico, jornalista – optam por se autopromover por intermédio de alguma função traduzida em inglês, pois aparenta mais glamour ou capacidade. Em breves palavras, um resumo da geração “meu nome é trabalho”.
Depois dos combustíveis e seus derivados, o consumo de água e da luz eléctrica têm a partir desta quarta-feira novos preços.
O Ministério das Finanças considerou hoje injusta a decisão da Associação de Taxistas de Luanda, que estabelece o preço de 200 kwanzas para a bandeirada dos táxis, para fazer face à subida dos combustíveis.
O Grupo de Trabalho das Nações Unidas sobre Detenções Arbitrárias (UNWGAD) exigiu a "libertação imediata" do ativista dos Direitos Humanos angolano José Marcos Mavungo, considerando "arbitrária" e "violadora" da lei internacional a detenção e condenação.