O Ministério das Finanças angolano afirma que "ainda é prematuro" falar numa revisão do Orçamento Geral do Estado (OGE) de 2016, devido à quebra da cotação do petróleo, mas para os economistas a dúvida é saber quando.
O líder da seita angolana "Kalupeteka", um dos dez acusados de homicídio na sequência de confrontos mortais com a polícia em abril último, vai ser ouvido na quinta-feira no tribunal do Huambo, disse hoje à Lusa fonte da defesa.
As autoridades sanitárias de Luanda estão preocupadas com o aumento de casos de malária, além do surgimento de dengue e chikungunya, com o registo já de seis óbitos, nos arredores da capital angolana.
O regime de José Eduardo dos Santos vive um momento de desestabilização politica e econômica incrível quase a beira de viver uma inevitável de explosão social. Por outro lado, o país sob o comando do presidente Dos Santos vive um grande pressagio de incredibilidade interna e externa insustentável.
O julgamento de uma seita religiosa, em curso em Angola, permitirá esclarecer os eventos de abril de 2015 na província de Huambo, marcados por alegações contraditórias das autoridades e de grupos da oposição e ativistas, considera a Human Rights Watch.
Luanda - O Parlamento Angolano e o Conselho da Federação da Assembleia Federal da Rússia manifestaram nesta quarta-feira o interesse de aumentar as trocas e o intercâmbio parlamentar. Para tal, um Protocolo de cooperação será rubricado nesta quinta-feira, em Luanda, no quadro da primeira visita oficial do primeiro vice-presidente do hemicíclo europeu, Nikolai Federov.
Huambo - Os cinco réus ouvidos até ao momento pelo Tribunal Provincial do Huambo, dos 10 acusados de crimes de homicídios que envolvem o líder da seita religiosa "Luz do Mundo", José Kalupeteca, negaram em juízo, nesta terça-feira, a sua participação nos delitos. Os mesmos assumiram-se apenas como membros da organização e residentes do Monte Sumi.
O economista e empresário angolano Damião Paulo defende que desvalorização da moeda nacional, o kwanza, só vai terminar quando houver um aumento da produção nacional e não depender das importações.
A secretária-geral da Organização da Mulher Angolana (OMA) defendeu hoje, em Luanda, o agravamento da penalização para os crimes de violação sexual, com a pena de morte ou prisão perpétua, face aos níveis alarmantes da situação.