Uma empresa tecnológica portuguesa foi escolhida pelo Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) para desenvolver uma aplicação informática para aproximar o partido no poder desde 1975 dos militantes, através de 'smartphones'.
A Human Rights Watch (HRW) pediu hoje uma investigação "imediata e imparcial" à morte de um rapaz de 14 anos, alegadamente atingido a tiro em Luanda por militares durante um "protesto pacífico" contra a demolição de centenas de casas.
O Comité Central do MPLA aprovou ontem a introdução de um sistema eletrónico para apoiar o processo eleitoral do VII congresso ordinário do partido, que arranca a 17 de Agosto.
Sem subsídios há quase um ano, centenas de doentes angolanos em Portugal estão na iminência de serem despejados e processados judicialmente por dívidas. A situação justificou a deslocação recente de uma equipa governamental a Lisboa, mas, cerca de duas semanas depois, ainda não existem previsões de melhoras.
A activista angolana Sizaltina Cutaia lançou um repto nas redes sociais apelando as autoridades angolanas para procederam a detenção do general Carlitos Simão Wala, responsável pelo assassinato a tiro do adolescente que em vida respondia pelo nome Rufino Marciano António, morto pelo facto de ter questionado a demolição da residência onde morava com os país.
Os nomes dos militantes ao órgão deliberativo máximo do Partido, no intervalo dos congressos, serão confirmados pelo 7º Congresso Ordinário, de 17 a 20 de Agosto corrente.
O Presidente do Zimbabué, Robert Mugabe, avisou ontem que os protestos contra o seu regime "são inúteis", após uma série de manifestações por todo o país.
O Provedor de Justiça, Paulo de Tchipilica, tentou efectuar, hoje, uma visita ao Zango a fim de constatar a realidade sobre as demolições que estão a acontecer naquela comuna.
Rafael Savimbi afirma que se a UNITA vencer eleições será responsável e inclusiva.
Não haverá vinganças se a UNITA vencer as eleições, prometeu na Huíla o Secretário-geral do partido Rafael Savimbi.
Os custos da Sonangol com pessoal, como em salários e prémios, cresceram em 2015 globalmente 6%, apesar das fortes quebras nas receitas, justificando a concessionária petrolífera angolana com a desvalorização do kwanza devido à crise.