O antigo ministro dos Transportes de Angola, Augusto Tomás, foi hoje condenado a 14 anos de prisão maior e 18 meses de multa, o cúmulo jurídico de quatro crimes, incluindo peculato.
O Ministério Público diz, nos actos acusatórios, que o ex-Ministro dos Transportes, Augusto Tomás, justificou a despesa com o dinheiro do CNC para a criação da empresa Afritaxi com o objectivo de fomentar a actividade de táxi personalizado em Luanda.
Alguns efectivos pertencentes a guarda do antigo Presidente da República de Angola, José Eduardo dos Santos, no exterior a (4) quatro meses, clamam por “renda” substituição, uma vez que se encontram longe da família desde que Dos Santos seguiu a Barcelona.
Uma cidadã de nacionalidade sul-africana foi detida, no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, em Luanda, na posse de três quilos e 800 gramas de cocaína, quando efectuava o desembarque, na terça-feira, num voo proveniente de São Paulo, Brasil.
O Governo angolano continua a renegociar os termos para retomar a construção do novo aeroporto internacional de Luanda, cujas obras arrancaram em 2004.
O coordenador geral da ONG OMUNGA denunciou hoje, em Luanda, que a questão da imigração em Angola tornou-se um "negócio milionário" à custa da dignidade da pessoa humana.
O presidente do grupo parlamentar da UNITA, Adalberto da Costa Júnior, anunciou a sua candidatura ao cargo de presidente do maior partido da oposição numa reunião da Comissão Permanente que teve lugar na terça-feira, em Luanda, garantiram ao NJOnline fontes do partido.
A Economist Intelligence Unit (EIU) prevê que a economia de Angola se mantenha em recessão até 2020, prolongando os crescimentos negativos dos últimos anos devido à descida de preço do petróleo desde o verão de 2014.
As perseguições ocorridas entre 2017 à 2019 contra José Eduardo dos Santos (o Patriota), estão prestes à bosquejar o ponto crítico e latente do País com a cisão de uma mega – manifestação perturbando as 18 províncias de Angola.
A Economist Intelligence Unit (EIU) considera que a canalização de 2 mil milhões USD do Fundo Soberano de Angola para financiar o desenvolvimento dos municípios é uma decisão sensata, mas alerta para as dificuldades de fazer investimentos.