A UNITA, maior partido na posição em Angola, recomendou hoje ao Presidente angolano que "decrete publicamente o Estado de Emergência" devido a "calamidade extrema" que vivem as populações do sul do país, afetadas pela fome e seca severa.
O Presidente angolano, João Lourenço, eleito há dois anos "abriu as portas" da diplomacia angolana, conquistando as simpatias de potenciais investidores, mas Angola precisa ainda de se mostrar preparada para investimento, defende o analista político Belarmino Van-Dúnem.
A direção da UNITA decidiu prorrogar o prazo para a apresentação ao cargo de presidente do partido da oposição angolana por questões relacionadas com “aspetos técnicos e logísticos”, de acordo com uma nota enviada na segunda-feira à comunicação social.
O Governo angolano vai implementar novas medidas de combate à lavagem de dinheiro e para recuperar activos que foram transferidos ilegalmente para países estrangeiros, informou, em Nova Iorque, o Presidente João Lourenço.
O Presidente da República, João Lourenço, solicitou, em Nova Iorque, ao empresariado norte-americano a investir em Angola, no quadro das reformas do Executivo que tornam mais atractivo o ambiente de negócios no país.
O ativista luso-angolano Luaty Beirão, que fez parte do processo conhecido em Angola como "15+2", manifestou-se hoje "altamente surpreso" ao ser cumprimentado, no Supremo Tribunal Militar, pelo ex-chefe do Serviço de Inteligência e Segurança Militar (SISM), general "Zé Maria".
Desde que assumiu o poder, a 26 de Setembro de 2017, o Presidente João Lourenço apontou como prioridades a melhoria do ambiente de negócios e a restauração da confiança dos investidores, bem como colocar na rota do crescimento uma economia que vinha recuando desde 2014.
A aquisição dos documentos relativos à batalha do Cuito Cuanavale custaram aos cofres do Estado 2.486.478 dólares norte-americanos, informou hoje, segunda-feira, em julgamento o director para administração e finanças e serviços gerais do Serviço de Inteligência e Segurança Militar (SISM), Óscar Filomeno de Jesus Alves.
Os cidadãos angolanos envolvidos em práticas criminosas, que saíram do país para se livrar da Justiça, podem ser capturados pela Interpol, para serem presentes ao tribunal. Para tanto, basta que as autoridades competentes emitam mandados de captura contra os mesmos, garantiu hoje, o director nacional da Interpol em Angola, Destino Pedro Nsevilu.
Empresária foi oradora convidada no Fórum da Federação das Mulheres Empresárias da CE CPLP, em Lisboa