A medida de retirada dos subsídios aos preços dos combustíveis será efectiva, mas com cautela devido ao seu impacto, anunciou sábado a ministra das Finanças, Vera Daves.
Governo vai retirar subsídios aos preços de combustíveis
A electricidade disponível na rede de fornecimento está à altura da operação do metro de superfície que as autoridades decidiram introduzir no sistema de transportes colectivos urbanos de Luanda, declarou o ministro da Energia e Águas na sexta-feira, em Malanje.
“É um grande espaço de inspiração, no âmbito da transparência da boa governação e da daquilo que, de facto, do bom vai ocorrendo”, afirmou o líder do maior partido da oposição angolano.
Nações, governos e organismos regionais e mundiais mostram-se cada vez mais perplexos e perturbados com o surgimento e avanço progressivo do surto epidémico COVID-19, que se vai alastrando em quase todos os continentes como um furacão imbatível dexiando governos e instituições sem soluções/respostas ante a sua acção implacável. Contam-se até à data cerca de 90 países atingidos pelo vírus mortal.
Moçambique é um país que “está prestes a tornar-se num estado falhado, cuja democracia é uma farsa” disse o antigo embaixador dos Estados Unidos em Moçambique, Dennis Jett.
Foram derrotas sucessivas na Relação de Lisboa. Cinco acórdãos, de diferentes juízes desembargadores, que não deram razão a Carlos Alexandre.
O governo angolano está a analisar os riscos económicos associados à epidemia de Covid-19 (coronavírus), nomeadamente em termos de preço, produção e venda de petróleo, mas para já não vai rever o Orçamento Geral do Estado.
A consultora Economist Intelligence Unit (EIU) reviu em baixa a previsão de crescimento da economia de Angola, antecipando agora uma recessão de 1,2% este ano devido à queda da produção de petróleo no país.
Com os bancos credores ainda a cozinhar a salvação da Efacec, o Governo não exclui que o Estado possa vir a torna-se acionista da empresa. Entretanto, um antigo governante português foi escolhido pela empresária angolana para representar os seus negócios no nosso país.
Um grupo de veteranos angolanos ligados ao MPLA, partido no poder desde 1975, mostram-se descontentes com a nova filosofia de trabalho de João Lourenço, actual presidente daquele partido por ter alegadamente criado um gabinete com fim único denegrir opositores.