O presidente da República de Angola autorizou a venda das ações do Estado no Banco de Comércio e Indústria, um banco comercial com 100 por cento de capitais públicos, através de leilão em bolsa, segundo um despacho presidencial.
O Executivo angolano aprovou a entrega regular de 8.500 kwanzas (cerca de 15 dólares americanos) a famílias pobres em cinco municípios do país.
A propósito da polémica sobre a interpretação e aplicação da lei (disposições da CRA) entre a Polícia Nacional (PN) e o Conselho Superior da Magistratura Judicial (doravante CSMJ), decorrente da ordem de retenção e retorno a procedência dada ao Dr. Januário Catengo em Benguela em plena vigência do Estado de Emergência, quando este tentava o regresso ao Namibe vindo de Luanda onde terá permanecido alguns dias por razões pessoais (autorizadas).
A polícia angolana considerou hoje "natural" o protesto da Associação dos Juízes de Angola, que repudia a divulgação do nome do seu filiado que violou a cerca sanitária imposta pela covid-19, referindo que a publicitação "decorre do interesse público".
A capital angolana tem a partir de hoje um Centro de Segurança Pública (CESP), com um sistema de videovigilância de mais de 200 câmaras, para reforçar a segurança pública, que foi inaugurado pelo ministro do Interior.
A Amnistia Internacional (AI) denunciou hoje a partidarização da distribuição de alimentos, no âmbito da resposta ao impacto da covid-19, em alguns países da África Austral, como Angola, o que afeta os grupos mais vulneráveis e marginalizados.
O diretor de políticas públicas da organização não-governamental (ONG) Comité para o Jubileu da Dívida disse que Angola terá de pagar 2,2 mil milhões de dólares em dívida este ano, o valor mais elevado no continente.
O director-geral do Instituto Nacional de Gestão de Bolsas de Estudo (INAGBE), Milton da Silva Chivela, afirmou, nesta quarta-feira, estarem em processamento os procedimentos bancários para o pagamento das bolsas de estudos dos estudantes angolanos no exterior.
As instituições do ensino superior públicas angolanas vão cobrar, a partir do ano académico de 2021, propinas de 1.900 kwanzas (3 euros), no período regular, e 15.000 kwanzas (24,3 euros), no período noturno, refere uma nova tabela de emolumentos.
Quase seis mil pessoas foram detidas no primeiro mês de estado de emergência em Angola, altura em que se registou também um decréscimo na criminalidade violenta, com menos 60 homicídios do que no período homólogo, anunciou a polícia angolana.