Angola vai contar com um Conselho Nacional de Preços, presidido pelo ministro das Finanças e integrando outros cinco ministros, de acordo com a nova legislação, que entrou em vigor a 15 de fevereiro.
Mais de 30 produtos e serviços como arroz, leite, pão ou tarifas de transportes, integram a lista de "preços vigiados" em Angola, conforme uma decisão governamental a que Lusa teve acesso.
A ministra do Comércio de Angola, Rosa Pacavira, garantiu que não há escassez de bens de primeira necessidade no país e que as autoridades policiais vão ser acionadas para travar a especulação de preços.