O activista angolano Luaty Beirão acusou a Comissão Nacional Eleitoral (CNE) de falta de transparência no processo de contratação da empresa espanhola Indra para as eleições de 2027, defendendo que o sistema eleitoral em Angola continua a não oferecer garantias de credibilidade.
A escolha da empresa espanhola INDRA para assegurar a solução tecnológica e a logística das eleições gerais de 2027, em Angola, está a reacender o debate em torno da transparência e credibilidade dos processos eleitorais no país.
O presidente do Partido Liberal, Luís de Castro, afirmou que “quem trouxe a INDRA para Angola continua a beneficiar do erário público”, levantando suspeitas sobre a contratação da empresa responsável pelo suporte tecnológico ao processo eleitoral.
0 Movimento Civico Mudei pediu hoje à Comissão Nacional Eleitoral (CNE) angolana o acesso a documentos administrativos sobre o concurso público que elegeu a espanhola Indra como gestora da solução tecnológica eleitoral para 2027, questionando a lisura do processo.
A escolha repete-se pela quinta vez e reacende suspeitas. Partidos e analistas questionam o processo, enquanto a CNE garante transparência no concurso público.