O Governo angolano considerou que a relação financeira com a China, principal credor de Angola, mudou e o petróleo deixou de ser usado como garantia dos empréstimos, que vão passar a ser realizados em condições “mais vantajosas”.
O Presidente angolano e o chefe da diplomacia chinês debateram na sexta-feira, em Luanda, um "impulso sólido na cooperação" e o aumento do investimento da China em Angola, segundo fonte oficial.
O ministro dos Negócios Estrangeiros da China rejeitou hoje a narrativa de uma 'armadilha da dívida' aos países africanos, defendendo que a dívida faz parte do desenvolvimento e que é necessário garantir o financiamento acessível.
O investimento chinês em Angola mais do que duplicou desde 2020, com uma melhoria também nas trocas comerciais, refletindo uma relação “consistente” e que vai ser revitalizada com a visita do ministro dos Negócios Estrangeiros chinês ao país.
O embaixador chinês em Angola disse hoje que a relação com o país lusófono está na vanguarda da cooperação com África, na véspera da visita do chefe da diplomacia chinesa, marcando o 40.º aniversário de relações diplomáticas.