O Presidente norte-americano foi hoje recebido pelo homólogo angolano no Palácio Presidencial em Luanda, cumprindo a promessa de visitar África antes de deixar a Casa Branca.
O Presidente norte-americano Joe Biden cumprimentou hoje membros da comunidade residente em Angola no Aeroporto Internacional 4 de fevereiro, onde foi recebido pelo ministro das Relações Exteriores, Téte António.
Revelador, em primeiro lugar, da mudança da nossa bússola diplomática. O norte já não está na Europa. O bom aluno de Jacques Delors é hoje o bom anfitrião de qualquer tiranete com petróleo na quinta, seja ele Khadafi, Chávez ou Santos. Houve quem tivesse o devido fanico moral. Mas a questão não é só ética.
O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, chegou na tarde desta segunda-feira a Luanda, para uma visita de Estado de três dias, focada na consolidação da parceria estratégica.
Membros da sociedade civil pediram hoje ao Presidente norte-americano que persuada o Governo angolano a “abraçar a democracia” e não apenas centrar-se nas relações económicas, referindo que a atual governação “não tem compromisso” com os direitos humanos.
Entre terça e quarta-feira os trabalhadores das províncias de Luanda e Benguela terão tolerância de ponto. Em causa está o grau de importância da vista do Presidente dos EUA a Angola.
Analistas consideram que a única viagem de Joe Biden a África e a primeira de um Presidente norte-americano a Angola representa o ápice das relações entre os dois países e um “corte dramático com a história”
A agência de notação financeira Moody's piorou a perspetiva de evolução da economia de Angola, de Positiva para Estável, mantendo o rating em B3, devido ao abrandamento da consolidação orçamental e à elevada dívida pública.
Organizações Não-Governamentais (ONG) pediram hoje a intervenção do Presidente angolano para libertação de ativistas que classificam de "presos políticos" e disseram que o sistema judicial está "gravemente enfermo" e mantém "relação incestuosa" com o poder executivo.
O governo de Angola vai criar um fundo de garantia de 120 milhões de dólares (cerca de 113,5 milhões de euros) para as empresas que queiram investir em projetos no Corredor do Lobito, disse o ministro do Planeamento à agência Lusa.