A dívida pública colocada por Angola desceu 61 por cento no espaço de uma semana, fixando-se em cerca de USD 340 milhões, a uma taxa de câmbio média de referência do mercado cambial interbancário de 118,920 Kwamzas, indica uma nota de imprensa publicada hoje, segunda-feira, no seu site.
A informação consta de uma carta de ratificação, de 27 de maio, assinada pelo chefe de Estado angolano, que surge depois da validação do acordo, em abril, pela Assembleia Nacional de Angola, que prevê nomeadamente missões conjuntas de apoio à paz.
O braço armado da Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC), que reclama a autonomia daquele território angolano, exigiu hoje a retirada dos cidadãos dos cidadãos chineses daquele enclave, ameaçando que essa presença "será severamente punida".
A agência de notação finaceira Moody's considera que Angola está a tomar as medidas certas para ultrapassar a crise petrolífera, mas salienta que a tarefa é difícil e que é cedo para avaliar os efeitos.
Informações vindas de Cafunfo, confirmam que aquela localidade esta debaixo de tiroteio. Tudo indica que um elemento das FAA terá atirado a um jovem devido a uma pequena briga, o que provocou outra acção por parte de amigos do jovem baleado.
Vinte cinco mil e quatrocentos dólares americanos e sete mil e 400 Kwanzas foram os valores roubados por elementos armados, ainda não identificados, na quarta-feira, na dependência do Banco Internacional de Credito (BIC), localizado na comuna do Morro Bento, município de Belas, em Luanda.
Seguimos com muita atenção o que se passa no nosso Mirex, e mais recentemente o artigo ou denuncia sobre o nepotismo que grassa neste Ministério, traduz a realidade.
O Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, assegurou hoje que as reservas cambiais de Angola, afetadas pela "queda significativa" do preço do petróleo no mercado mundial, "garantem mais de sete meses de importações".
Os analistas da Economist Intelligence Unit consideraram hoje que é provável que Angola recomece a somar atrasos nos pagamentos do Estado e das empresas públicas ao sector privado por causa da desvalorização da moeda nacional, o kwanza.
O director de Produção da Sonangol, Belarmino Chitangueleca, antevê dificuldades na contratação de pessoal qualificado no país para conduzir as operações de produção nos campos petrolíferos, a curto prazo, por falta de talentos no mercado no mercado interno.