As autoridades sanitárias angolanas já começaram a processar amostras colhidas nos bairros onde se verificaram casos de transmissão local de covid-19, em Luanda, e que estão atualmente com cerca sanitária, anunciou o secretário de Estado para a Saúde Pública
Deputados angolanos defenderam hoje que, em vez de 1975, a data da independência de Angola seja considerada 1961, início da luta armada no país, o marco para o reconhecimento das vítimas de conflitos armados no país.
O pediatra angolano Luís Bernardino considerou hoje que foram feitos "muito poucos" testes de despistagem da covid-19.
As autoridades angolanas decidiram rescindir com efeitos imediatos o contrato com a empresa encarregue de transportar material de biossegurança da China para Angola, cujo primeiro lote, de 70 toneladas, chegou hoje.
A Procuradoria-Geral da República de Angola afirmou hoje que correm contra Isabel dos Santos vários processos de natureza cível e criminal em que o Estado angolano reclama mais de 5 mil milhões de dólares (4,6 mil milhões de euros).
O Presidente de França, Emmanuel Macron, adiou a visita prevista para este mês a Luanda, devido à pandemia da covid-19, anunciou hoje o embaixador daquele país europeu em Angola.
A Procuradoria-Geral da República de Angola respondeu hoje às acusações da empresária Isabel dos Santos sobre alegadas provas forjadas, nomeadamente um passaporte com a assinatura de Bruce Lee, explicando que a autenticidade do documento estava a ser investigada.
O Presidente de Angola, João Lourenço, anunciou hoje a constituição de uma comissão para reformar o sistema judicial, que vai ser coordenada pelo ministro da Justiça e dos Direitos Humanos, Francisco de Queiroz.
Quatrocentas e 74 famílias, num total de três mil 24 pessoas, estão confinadas numa cerca domiciliar, no bairro São Pedro, distrito urbano do Hoji ya Henda, município do Cazenga, em Luanda.
A UNITA considera um "atentado" à liberdade das pessoas a permissão inserida no Decreto Presidencial que prorroga o estado de emergência para um 4º período de 15 dias para que as autoridades possam escutar conversas telefónicas e ler correspondência dos cidadãos.