Angola pode deixar de pagar 2,6 mil milhões de dólares de dívida este ano, o que corresponde a 3,1 por cento PIB do ano de 2019 segundo a agência de notação financeira Fitch Ratings.
Algumas gestantes da periferia da cidade de Benguela estão a utilizar um produto denominado "óleo de caixão" para, supostamente, acelerar o parto, método que coloca em risco as suas vidas, denunciou hoje, segunda-feira, o director clínico do hospital municipal, Luís Vieira.
A candidatura de Alassane Ouattara para terceiro mandato à presidência da republica gerou inúmeras disputas, na Costa do Marfim, embora nenhum líder de outros países ter reagido à mesma, até o informativo La Lettre du Continent, noticiar nesta segunda-feira, que o presidente angolano, João Lourenço, apoiou Ouattara.
O Governo angolano convocou para a sexta-feira, 28, uma reunião com organizações sociais e sindicais para refletirem, em conjunto, a existência ou não das condições para o reinício das aulas suspensas por causa da pandemia da Covid-19.
Angola registou hoje quatro óbitos devido ao novo coronavírus, atingindo uma centena de mortos, e contabilizou 51 novos casos positivos de covid-19, somando 2.222 infeções, informaram as autoridades sanitárias do país.
O Governo angolano desistiu hoje de alocar divisas estrangeiras para a importação de um conjunto de produtos, entre hortícolas, leguminosas e de transformação industrial, cuja produção satisfaz já a procura interna.
Seiscentos e Trinta milhões de dólares norte americanos é o valor disponibilizado pelo Executivo angolano na reabilitação e ampliação de mais 300 quilómetros do troço Malanje/Saurimo (Lunda sul), ao longo da Estrada Nacional 230.
O Governo angolano encaixou 31 mil milhões de kwanzas (44 milhões de euros) com a privatização de 14 empresas, de 2019 até abril deste ano, anunciou hoje o secretário de Estado para as Finanças e Tesouro de Angola.
Um jovem de 21 anos foi morto a tiro por um efectivo das Forças Armadas Angolana (FAA) por não estar a usar máscara facial, no Distrito Urbano do Zango 3, município de Viana, em Luanda, disse ao Novo Jornal fonte da corporação.
Três dezenas de doentes angolanos em tratamento em Portugal queixaram-se hoje de passar fome devido aos atrasos nos apoios, que levou o proprietário das pensões onde moram a cortar a única refeição que recebiam, e exigiram explicações da embaixada.