Em causa estão supostos desentendimentos com o MPLA, em termos de decisão a julgar pelo desequilíbrio que os separa em termos numéricos.
Em primeiro lugar, gostaria de compartilhar convosco uma experiência pessoal que tive com Carlos Cardoso, o grande amigo que nunca tive oportunidade de conhecer pessoalmente. Em 1999, quando estava preso em Angola por chamar o Presidente Dos Santos de ditador e corrupto, Carlos Cardoso foi fundamental na mobilização de advogados, jornalistas e interessados moçambicanos a darem-me o seu apoio.
Autoridades angolanas estão a fechar o cerco a empresas estrangeiras que adquirem vistos falsos, por valores avultados, para levar mão-de-obra a Angola. Os portugueses estão entre os que mais fraudes praticam.
Oito em cada 10 mulheres em Angola já foi vítima de violência doméstica, segundo o relatório do Índice de Género e Instituições Sociais da OCDE divulgado hoje sobre a discriminação das mulheres.
Os deputados da Assembleia Nacional de Angola agendaram a votação final da proposta de Lei do Orçamento Geral do Estado (OGE) de 2015, que prevê um défice de 7,6%, para 11 de dezembro, informou hoje aquele órgão.
Mais de 9 mil portugueses à procura de um emprego em Angola estão inscritos no único portal de Internet do género com sede naquele país africano, superados apenas pelos candidatos angolanos.
A diversificação da economia, para reduzir a dependência do petróleo, é um processo que pode demorar 30 anos, diz o economista Manuel Alves da Rocha. Angola precisa de apressar o passo, porque já começa tarde.
O analista político do Mpla, António Luvualo de Carvalho, acredita que a opinião do líder da UNITA, Isaías Samakuva, não é a mesma que todos os militantes do “Galo Negro” - apurou a RNA.
Angola vai ter uma nova Lei de Registo Eleitoral para as eleições gerais de 2017, mas o processo ainda terá de ser ajustado para as primeiras eleições autárquicas no país que – embora sem data marcada – se calcula que poderão ter lugar quando o MPLA tiver a certeza que as ganha.
"Em Cabinda a paz ainda não é uma realidade", foi uma das teses defendidas pelos participantes na mesa redonda da Omunga que tentou juntar na mesma mesa activistas cívicos de Cabinda e representantes da Presidência da República, do Executivo angolano e dos partidos políticos.