Mais de 500 jovens angolanos mostram-se agastados com o silêncio da Procuradoria Geral da República (PGR) por ter até ao momento não ter dado nenhum passo num processo que começou em 2014, no qual eles acusam o Instituto de Pesquisa e Estudo de Petróleo de Angola deter burlado, a cada um deles, 500 mil kwanzas (cerca de cinco mil dólares na altura) que pagaram por uma bolsa de estudo no exterior do país.