O Brasil é o quinto fornecedor de bens a Angola, com as trocas bilaterais a atingirem 1,4 mil milhões de dólares (1,3 mil milhões de euros) em 2022, destacando-se as aves e o açúcar entre as principais exportações brasileiras.
A Empresa Nacional de Distribuição de Eletricidade (ENDE) foi a empresa angolana do Setor Empresarial Público com maiores prejuízos estimados em 128,5 mil milhões de kwanzas (154,7 milhões de dólares) em 2022, e está em falência técnica.
A Agência Nacional dos Transportes Terrestres diz que ainda há muitos cidadãos que continuam a importar carros usados com mais de cinco anos. A lei angolana prevê que só devem ser importados carros usados com, no máximo, cinco anos, a contar da data de fabrico.