O pré-candidato à presidência do MPLA, o general na reforma Higino Carneiro, apelou ao respeito pela democracia interna do partido e rejeitou qualquer forma de intimidação contra os militantes, na sequência da formalização da sua candidatura à liderança da maior força política angolana.
O analista político e professor universitário Albino Pakisi considera que a disputa pela liderança do MPLA entre o actual presidente do partido, João Lourenço, e o general na reforma Higino Carneiro representa uma verdadeira "luta de titãs", tendo em conta o peso político e a influência de ambos no seio da maior força política angolana.
O pré-candidato à liderança do MPLA, António Venâncio, classificou, esta Quinta-feira, de "momento histórico" a entrega da candidatura de Higino Carneiro, afirmando que enfrenta dificuldades semelhantes às denunciadas pelo general.
O parlamento aprovou, esta Quinta-feira, em votação final a proposta de Lei do Código de Imposto sobre Rendimentos das Pessoas Singulares (IRPS), que para o MPLA fortalece a justiça social, enquanto para a UNITA “é inconstitucional”.
A Assembleia Nacional de Angola reprovou hoje os projetos de lei de alteração à Lei de Proteção de Dados e de Financiamento aos Partidos Políticos, iniciativas da UNITA (oposição), que, no entender MPLA (poder), contêm “graves insuficiências legais”.
O Governo angolano anunciou hoje que todas as 21 províncias do país estão a emitir localmente o Bilhete de Identidade (BI) e nas zonas recônditas o documento será emitido por uma impressora móvel, no âmbito do registo eleitoral.
O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, encontra-se em missão oficial de trabalho nos Estados Unidos da América desde quarta-feira, 24, onde tem cumprido uma agenda diplomática centrada no reforço das relações institucionais e na preparação do processo eleitoral angolano previsto para 2027.
Angola cumpriu apenas uma das seis obrigações estabelecidas pelo Grupo de Acção Financeira Internacional (GAFI) após o regresso do país à denominada lista cinzenta, em Outubro de 2024, permanecendo sob monitorização reforçada devido a deficiências no combate ao branqueamento de capitais e ao financiamento do terrorismo.
Os deputados à Assembleia Nacional vão passar a beneficiar de uma ajuda de custo diária de 175 mil kwanzas sempre que se desloquem em missão oficial de trabalho para as províncias do país, nos termos de uma nova resolução aprovada pelo Parlamento.
O ministro da Justiça e dos Direitos Humanos, Marcy Lopes, defendeu que os baixos salários não podem ser utilizados como argumento para justificar actos de corrupção ou situações de incompetência na administração pública, sublinhando que a responsabilidade por condutas ilícitas é individual e deve ser devidamente sancionada.