A UNITA condenou hoje a alegada espionagem ao jornalista angolano Teixeira Cândido através do 'spyware' Predator e exigiu ao Ministério Público a abertura de uma investigação para apurar responsabilidades.
Organizações Não-Governamentais (ONG) angolanas acusam as forças de segurança de ações ilegais e denunciam uma intensificação da repressão, que terá atingido o auge na greve dos taxistas em julho de 2025, provocando 22 mortos, incluindo très menores.
O Partido Liberal (PL) reuniu-se hoje com o Bloco Democrático (BD), num encontro descrito pelas duas formações como um passo “firme e responsável” rumo à construção de uma ampla convergência política em Angola.
O Ministro dos Recursos Hídricos e Electricidade, da República Democrática do Congo, Aimé Sakombi Molendo, assinou com a SOMAGEC, a concessão do ambicioso projecto de linhas de transmissão energética de 400 kV entre Angola e a RDC.
Quase três em cada quatro angolanos enfrentaram dificuldades no acesso a alimentos em 2023, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), que apontam para uma taxa de prevalência de insegurança alimentar de 74,6%.
Um empresário angolano a cujas sociedades o Banco Espírito Santo Angola (BESA) terá emprestado 1,5 mil milhões de dólares disse hoje, em tribunal, que os financiamentos visaram a compra de terrenos em Angola, simultaneamente dados como garantia.
O jornalista angolano Teixeira Cândido, alvo de vigilância com o `spyware` Predator, disse hoje à Lusa que vai apresentar uma participação junto do Departamento Nacional de Investigação e Ação Penal (DNIAP).
Depois da sua aprovação final na Assembleia Nacional, no dia 25 deste mês, a UNITA vai recorrer ao Tribunal Constitucional (TC) para que esta corte se pronuncie sobre alguns artigos da proposta de Alteração da Lei das Carreiras Militares das Forças Armadas Angolanas (FAA) e do Código de Disciplina Militar.
O jornalista angolano Teixeira Cândido foi o primeiro caso confirmado de espionagem com recurso ao 'predator' em Angola, o que representa um "atentado absoluto ao direito à privacidade", declarou à Lusa fonte da Amnistia Internacional.
O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, defende que Angola atravessa um momento decisivo da sua história política, numa fase que classifica como “contagem regressiva” para uma escolha que ultrapassa o calendário eleitoral e se projeta no futuro das próximas gerações.