Organizações angolanas de direitos humanos condenaram hoje com “veemência” a morte do médico Sílvio Dala, após detenção numa esquadra policial por conduzir sem a máscara facial, considerando o caso como “reflexo da extrema violência policial no país”.
O Sindicato Nacional dos Médicos de Angola (SINMEA) marcou, para sábado, uma marcha que vai encerrar um período de sete dias de luto, iniciado hoje, sobre a morte de um médico numa esquadra de polícia, em Luanda.
Empresário recorre a «segredo de justiça» para fundamentar, em declarações ao Novo Jornal, a opção pelo silêncio em relação à polémica em que está envolvido. Reguladora de seguros em Angola revela desconhecimento a respeito da transferência da avultada quantia.
O Ministério da Saúde de Angola apelou hoje à calma a comunidade médica, depois da morte de um médico numa esquadra policial, para onde foi levado por não estar a usar máscara facial, em circunstâncias ainda por esclarecer.
Nas contas Facebook, de vários cidadãos angolanos, os protestos não param contra a morte do cidadão Sílvio Andrade Dala, morto supostamente após uma repentina queda, numa esquadra em Luanda, de onde foi levado por não usar máscara.
O presidente do Conselho de Administração da empresa de construção angolana Omatapalo negou hoje à Lusa ser uma “empresa do Estado” e beneficiar de adjudicações diretas, como é acusada, mas antes uma “sua parceira”.
A comunidade médica angolana está indignada com a morte de um pediatra, numa esquadra de polícia, no Rocha Pinto, em Luanda. Silvio Dala, de 35 anos, foi levado a uma unidade por andar alegadamente sem máscara. A polícia confirmou e apontou um enfarte na origem da morte.