O problema das dívidas angolanas à construção portuguesa está longe de estar resolvido. Perdões elevados, problemas de certificação e efeitos cambiais penalizadores deixam empresas fragilizadas e preocupadas, uma situação que já contagiou o próprio FMI.
Várias marchas de repúdio às práticas de corrupção e impunidade e apoio ao Presidente angolano, João Lourenço, foram realizadas no sábado em todas as províncias do país, à excepção de Cabinda.
As reservas líquidas internacionais de Angola caíram para 10,46 mil milhões de euros em janeiro, quando estavam em 10,78 mil milhões de euros em dezembro de 2019, o que revela uma queda de 3%.