Ao grito de liberdade e a pé foi como o grupo de 11 ativistas angolanos, condenados em março por atos preparatórios para uma rebelião e associação de malfeitores, deixou hoje o Hospital-Prisão de São Paulo.
A libertação dos 17 ativistas angolanos detidos há mais de um ano em Luanda, decidida hoje pelo Supremo Tribunal de Justiça (STJ) de Angola, "não deixa de ser uma decisão política" que resulta da "pressão", afirmou hoje Rafael Marques.
Familiares, amigos e advogados dos ativistas angolanos condenados em março a penas de prisão que chegam aos 08 anos e meio de cadeia estão concentrados no exterior do Hospital-Prisão de São Paulo, em Luanda, aguardando a libertação dos detidos.