Depoimentos de sete activistas, enviados ao PÚBLICO a partir da prisão. "Não há borracha que apagará a tinta da liberdade, a tinta da nossa história", diz um deles. Há um ano foram detidos numa casa em Luanda por estarem a debater política.
Os ativistas angolanos, condenados até oito anos e meio de prisão, querem ir ao Tribunal Supremo, em Luanda, a 05 de julho, perguntar pelo 'habeas corpus', pedindo a libertação, por decidir há mais de dois meses.
Luanda - A Polícia Nacional desmentiu hoje domingo, em Luanda, um documento que está a circular nas redes sociais sobre "procedimentos dos agentes em serviços nas barreiras" cujo último ponto faz referência que é "proibido interpelar viaturas dirigidas pelos cidadãos de raça branca tais como chinês, português, e outros".