Segunda, 17 de Mai de 2021
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Domingo, 20 Dezembro 2020 20:46

Activista Hitler denuncia colaboradores do SINSE entre os manifestantes a atrapalhar a luta

O activista cívico, Hitler Samussuku, defende que toda manifestação decorre em prol de uma causa, obedecendo uma pauta, algo que só é possível com organizadores, conforme existentes em Angola e no exterior do país, cujas causas de luta são bem definidas.

Em uma pauta reivindicativa, o activista cívico afirmou que entre esses representantes associativistas, surgem os que fazem manifestações para chantagear as autoridades locais, os que adoram protagonismos e os que amam confrontar as autoridades.

Apelou ainda que, é necessário se ter em conta que há muita gente que se infiltra no seio dos manifestantes para atrapalhar a luta, em colaboração com os Serviços de Inteligência e Segurança do Estado para provocar intrigas, além das inúmeras notícias falsas que são produzidas pelo SINSE e pelo gabinete de Cidadania do MPLA.

"É tanta coisa concorrendo contra nós que não tem sido fácil sermos nós. Mas ainda assim, precisamos todos aprender que em democracia, somos todos úteis para promover mudanças, até porque na diversidade o mundo é bem melhor, mas sem organização não há solução", referiu.

Hitler defende que é preciso que se efectua uma revolução de consciência, centrada auto-capacitação em termos jurídicos com conhecimentos básicos sobre os direitos dos cidadãos e os seus deveres, bem como conhecer a situação política angolana e internacional.

"Precisamos dialogar entre nós; conhecer os extremos de cada um e procurar na base da tolerância e da diversidade que nos caracteriza, produzir uma consciência colectiva. O MPLA é contra a nossa união porque a união faz a força, aliás, juntos somos mais fortes", declarou igualmente.

O MPLA, continuou, é contra a nossa participação porque participando além de atrairmos os outros contribuímos por uma Angola melhor com mais gente abraçando à luta porque na rua é onde se conquistam os direitos e as liberdades. Portanto, precisamos perceber que nós somos a esperança de nós mesmos e para isso precisamos resistir.

Para o activista, a resistência é a palavra de ordem porque as organizações em torno destes protestos são o Poder Popular Reconstituído.

 

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