Domingo, 05 de Julho de 2026
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O ministro da Justiça e dos Direitos Humanos negou, terça-feira, em Luanda, que o crime de "Ultraje ao Estado, seus símbolos e órgãos", previsto no artigo 333º do novo Código Penal (CP), tenha sido introduzido para impedir que se faça críticas às acções do Presidente da República.

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O antigo primeiro-ministro de Angola Marcolino Moco criticou hoje a repressão policial durante duas manifestações, em 24 de outubro e 11 de novembro, e considerou que o país regressou aos “métodos autoritários que não levam a lado algum”.

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O Presidente da República João Lourenço enfrenta assim as maiores contestações. O dia 11 de Novembro de 2020 vai ficar na história pelos piores motivos.

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O ministro da Justiça e Direitos Humanos angolano considerou que houve “excessos” de manifestantes e polícia no passado dia 11 de novembro, apontando um contexto de “tensão e o nervosismo” em que a “interferência política estragou o diálogo”.

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A consultora Eurasia considerou hoje que a crise económica e o crescente descontentamento popular em Angola vai levar o Governo a aprofundar a luta contra a corrupção, atingindo o antigo vice-Presidente Manuel Vicente.

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Juristas angolanos consideraram hoje um retrocesso à liberdade de expressão, o polémico artigo 333º do novo Código Penal do país, que condena o ultraje à figura do Presidente da República e órgãos de soberania.

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Angola ficou classificada no 43.º lugar do Índice Ibrahim de Governação Africana (IIAG) 2020, mostrando sinais de progresso crescente, de acordo com um relatório publicado hoje.

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