Um analista angolano disse hoje não acreditar que o MPLA, partido no poder, mantenha nas eleições de 24 de Agosto a hegemonia de 2017, acreditando que a disputa será renhida e que partidos caloiros terão dificuldades de eleger deputados.
O líder da UNITA (oposição), em campanha na zona leste de Angola, discursou hoje em Cafunfo, vila mineira onde se registaram vários mortos em 2021, para homenagear os “heróis” e falar sobre a pobreza associada à exploração de diamantes.
Um abaixado-assinado, dirigido à Câmara Alta do governo federal dos Estados Unidos da América (EUA), de apoio à proposta de resolução do Senado americano, foi esta segunda-feira, 8, lançado, com o objectivo de manifestar um “amplo apoio angolano” à iniciativa de apelo por eleições livres, justas e pacíficas”, de modo a evitar-se a fraude eleitoral, a violência e a intimidação, a 24 de Agosto de 2022.
A missão de peritos eleitorais da União Europeia já se encontra em Angola e foi recebida na segunda-feira pela presidente do Tribunal Constitucional (TC), Laurinda Cardoso, segundo uma nota do gabinete de comunicação do TC.
A UNITA em Malanje queixa-se que não consegue alugar quartos nas diversas unidades hoteleiras para acomodar o seu líder, Adalberto Costa Júnior, e a sua comitiva, e acusa o partido no poder de estar a dificultar a agenda política do partido do "Galo Negro".
As eleições presidenciais em Angola estão aí à porta. Marcadas para o próximo dia 24 de agosto, as várias sondagens em Angola são algo contraditórias. Se umas apontam para uma possível mudança de curso, outras garantem a vitória do MPLA e do atual presidente angolano, João Lourenço.
Em referência às principais causas da impopularidade actual do MPLA, que considerou estar limitada pelo descaramento de actos fraudulentos e corruptivos, Marcolino Moco, antigo Secretário Geral do referido partido, disse este domingo, 06 de Agosto, continuar a tentar ameno e sereno diálogar com algumas pessoas afectas, orgânica e ou sentimentalmente, ao "glorioso M".