Segunda, 26 de Janeiro de 2026
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A adoção oficial das teses marxistas pelo Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA, partido no poder desde a independência, em 1975) foi uma “opção forçada”, defende em entrevista à Lusa o historiador Jean-Michel Mabeko-Tali.

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A notícia avançada pelo jornal angolano Valor Económico segundo a qual os estatutos do MPLA impedem João Lourenço de concorrer à presidência do partido em 2026 pode ser interpretada como uma movimentação de membros influentes do MPLA no sentido de cortarem pela raiz a putativa intenção de o atual Presidente da República se manter no poder.

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Pode-se olhar para Angola como um oásis em África e um país cortejado pelos Estados Unidos, ou então detetar fissuras no interior do partido no poder. João Lourenço lida com uma situação dúbia. É atacado internamente mas goza de credibilidade fora do país.

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O Presidente angolano, João Lourenço, convidou o seu homólogo da Guiné-Bissau, Umaro Embaló, a participar na Bienal de Luanda "Cultura da Paz", que se realizará em novembro próximo, sinal também de retoma das relações entre os dois países.

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O Presidente angolano, João Lourenço, felicitou hoje a República Popular da China pelo seu 74.º aniversário e reiterou o compromisso de cultivar “sólidas relações de amizade e de solidariedade” com aquele país asiático.

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A UNITA, oposição angolana, anunciou hoje que a administração do parlamento não paga há meses os seus subsídios, motivando “constrangimentos” na preparação das jornadas parlamentares que se realizam em Malanje.

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Analistas concordam que a criação de uma comissão de verdade, tal como defende a UNITA, pode ser um meio para a afirmação de um verdadeiro processo de reconciliação nacional em Angola.

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