O presidente do PRAJA-Servir Angola, Abel Chivukuvuku, disse que a falta de múltiplas candidaturas em algumas organizações afecta "severamente" a democracia interna nos partidos em Angola.
Luanda – O Bureau Político do MPLA reuniu-se, na quarta-feira, em Luanda, para analisar o estado de preparação do 9.º Congresso Ordinário do partido, marcado para os dias 9 e 10 de Dezembro, numa altura em que João Lourenço surge como o único candidato validado para disputar a liderança da formação política.
A decisão do MPLA de anular a candidatura do general Higino Carneiro à presidência do partido continua a gerar reações, com o ativista João Malavidele a considerar que a medida representa um revés para a democratização interna da formação política e poderá ter reflexos na conjuntura política do país.
O jurista e advogado Sérgio Raimundo defendeu a necessidade de uma mudança na liderança do MPLA antes das eleições gerais de 2027, considerando que o partido poderá enfrentar sérias dificuldades eleitorais caso mantenha João Lourenço como principal referência política.
O vice-presidente do Grupo Parlamentar da UNITA, Rafael Massanga Savimbi, anunciou que o seu partido está a preparar-se para as próximas eleições gerais de 2027, focando-se na correcção de insuficiências organizacionais, legais e de transparência institucional.
O general na reforma Higino Lopes Carneiro, pré-candidato à presidência do MPLA, lançou um apelo à unidade interna do partido, defendendo que o futuro da organização depende da coesão entre os seus militantes, numa altura em que se aproxima o IX Congresso Ordinário, marcado para os dias 9 e 10 de Dezembro.
O presidente do PRA-JA Servir Angola, Abel Chivukuvuku, afirmou que a estratégia política do partido para as eleições gerais de 2027 assenta no contacto directo com os cidadãos e no reforço da fiscalização do processo eleitoral, defendendo que a proximidade às comunidades será determinante para conquistar a confiança dos eleitores.