Segunda, 13 de Abril de 2026
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O jornalista português, Ricardo Costa, pediu desculpas, em rede nacional, depois de acusar, sem provas, que a UNITA teria negociado os resultados das eleições gerais de 2022 com o MPLA em troca da institucionalização das autarquias.

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O grupo parlamentar do MPLA reafirmou hoje o seu compromisso para a institucionalização das autarquias locais, que continua a ser “um imperativo” da agenda política deste partido no poder em Angola.

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O líder da UNITA, maior partido da oposição angolana, disse hoje que a governação de Angola tem sido feita “sempre através da aquisição de novas dívidas”, supostamente contratadas “semanal ou quinzenalmente”.

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A oposição em Angola, liderada pela UNITA (União Nacional para a Independência Total de Angola), enfrenta crescentes críticas por sua postura após as eleições gerais de 2022. O partido tem sido desafiado por setores da sociedade, especialmente jovens, que pedem uma abordagem mais combativa, inspirada no exemplo de Venâncio Melan, figura de destaque nas recentes eleições de Moçambique.

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O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, negou, nesta sexta-feira, 17, ter negociado com o MPLA — com a participação conivente do governo português e de outros partidos na oposição —, o resultado das eleições de 2022, conforme afirmou o jornalista e comentador Ricardo Costa, durante um debate na estação televisiva SIC Notícias, na última terça-feira, 14.

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O Bloco Democrático (BD) reiterou a posição do coordenador geral do PRA-JA Servir Angola, Abel Chivukuvuku, que defende que a Frente Patriótica Unida (FPU) passe a ser uma coligação formal, tendo em vista as eleições de 2027. A UNITA disse recentemente que mantinha "a determinação da manutenção e do alargamento da FPU com os actuais e futuros parceiros em prol da alternância política que Angola clama.

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Partidos políticos exigem transparência do Executivo sobre a real situação dos cofres públicos do País. Oposição entende que Governo não pode ‘inventar’ desculpas para criar “manobras dilatórias”, depois de aceitar reajustar os salários da função pública.

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