A UNITA, maior partido da oposição angolana, condenou as prisões arbitrárias e criminalização daqueles que criticam o Governo, bem como “o uso abusivo do poder judicial para condicionar o exercício de direitos”, solidarizando-se com as vítimas.
Depois do primeiro protesto ter sido impedido pelas forças de segurança, ativistas angolanos remarcaram marcha contra violência sexual para o próximo sábado (10.01). À DW, garantem que "vão continuar" a manifestar-se.