Membros da sociedade civil angolana promovem hoje uma marcha de repúdio em solidariedade ao ativista e jornalista angolano Simão Hossi, que se queixa de ter sido vítima de "agressão e discriminação" num restaurante da Ilha de Luanda.
Membros da sociedade civil angolana promovem no domingo uma marcha de repúdio em solidariedade ao ativista e jornalista angolano Simão Hossi, que se queixa de ter sido vítima de "agressão e discriminação" num restaurante, na Ilha de Luanda.
Mais de quatro milhões de angolanos entre os 15 e os 35 anos continuam sem saber ler nem escrever, sendo muitos os fatores que justificam o elevado número, assumiu a ministra da Educação de Angola.