No lançamento do seu ano político, o partido integrado na Frente Patriótica Unida da oposição angolana defendeu o controlo do processo eleitoral para evitar a fraude nas eleições gerais previstas para agosto.
O Presidente angolano admitiu que o início do seu mandato foi marcado por um “braço de ferro” com Portugal a quem exigiu a transferência para Angola da investigação judicial feita ao ex-vice-presidente Manuel Vicente, por questões de soberania.
A oposição angolana criticou um programa do governo que vai financiar centenas de projectos com acesso ao crédito afirmando tratar-se de um programa eleitoralista.