Domingo, 16 de Mai de 2021
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Sábado, 01 Mai 2021 13:34

Adalberto Costa Júnior entre a legitimidade interna e externa

Num contexto em que o país volta à incerteza e o actual Presidente regista índice recorde de rejeição, Adalberto Costa Júnior, Presidente da UNITA, faz uma digressão para África e Europa, depois de João Lourenço ter feito a sua digressão, com vista a atrair investimentos estrangeiros, disse o activista cívico, Hitler Samussuku.

Adalberto Costa Júnior, esteve nesta sexta-feira, 30 de Abril em Bissau, com Umaro Sissoco, presidente da Guiné-Bissau que, segundo Hitler Samussuku é um dos poucos presidentes no mundo que teve a coragem de apresentar-se contra às medidas políticas de João Lourenço.

"O mesmo foi assessor de Muhammar Kadafi e é formado em Ciências Políticas e Relações Internacionais. Conseguiu impor-se como Presidente num país conhecido como palco de golpes de Estados", observou o activista cívico, acrescentando que o Presidente da Guiné-Bissau conta com a bênção dos países vizinhos, sobretudo, da CEDEAO.

De Adalberto Costa Júnior, líder da UNITA, disse que mantém ainda boas relações com Ulysses, Primeiro Ministro de Cabo Verde.

Assim sendo, sublinhou, nos PALOPS o MPLA conta com o apoio de Moçambique, São Tomé e Príncipe, enquanto a UNITA avança com Guiné-Bissau e Cabo Verde.

A nível da CPLP, de acordo com Hitler, o MPLA encontra mais um obstáculo no Brasil com o governo de Bolsonaro, depois da queda do PT e em Portugal o dilema entre Marcelo de Sousa que é Pró-MPLA enquanto o primeiro-ministro por mais neutro que possa parecer sua mãe, Maria Pala, detém grande simpatia com a UNITA.

Isto porém, conforme sustenta a sua opinião, faz com que Portugal não haja de forma unida em favor das medidas políticas de João Lourenço.

"Igualmente realçar a importância de Ana Gomes que fartou de uma vez por todas do MPLA. As eleições de 2022 poderão determinar o futuro de Angola entre a alternância e a continuidade do regime", apelou.

Por outra, disse que Adalberto Costa Júnior está em vantagens dentro e fora de Angola, bastando apenas conservar esta dinâmica para realizar o sonho de milhares de angolanos: mudança.

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