Sábado, 31 de Julho de 2021
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Sexta, 02 Abril 2021 14:06

Isaías Samakuva terá declinado o convite para o almoço alusivo ao Dia da Paz

Mais recentes informações que Angola24Horas teve acesso, dão conta que o almoço de confraternização por ocasião do Dia da Paz em Angola, já tem início, em Luanda, no Jardim do Palácio Presidencial.

De acordo com alegações, fontes próximas asseguram que o ex-presidente da UNITA, Isaías Samakuva, convidado entre outros, também declinou o convite, assim como o general José Chiwale e Miraldina Jamba, para o "almoço alusivo aos 19 anos de paz" com PR, em sinal de solidariedade para com o líder partidário ACJ.

"Almoço de pessoas ricas, as chamadas 'figuras nacionais', quando no país centenas de cidadãos, verdadeiras figuras nacionais morrem diariamente por fome. Fundamentalmente nas zonas secas. Não têm o que comer", conforme escreveu um internauta.

Para este, a paz não é para matar os cidadãos de fome, nem por qualquer outra forma, e sim, para que todos tenhamos uma vida digna e justa, como as vossas.

Por ocasião do Dia da Paz e da Reconciliação Nacional, o presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço, convidou para o almoço de confraternização, a acontece nesta sexta-feira, 02 de Abril, entre outras entidades, o ex-presidente da UNITA, Isaías Samakuva, tendosido de inúmeras críticas por não colocar na lista de convidados, o actualpresidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior.

De salientar que, no próximo dia 04 de Abril, à luz do Memorando de Entendimento do Luena, Angola vai completar 19 anos de paz e Reconciliação entre filhos de uma mesma pátria que durante anos haviam mergulhado em conflitos armados.

O Presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, disse nesta quinta-feira, 01 de Abril que a paz que vivemos e celebramos em Abril de 2002, porém, não é ainda a “paz justa e duradoura” intencionada pelos negociadores da Paz, em Bicesse, nem pelos nossos Mais Velhos, a primeira geração dos patriotas que combateram pela liberdade, pela independência e pela dignidade dos angolanos numa Angola pós colonial.

Considerou ainda que, a paz de Abril é apenas um começo, um símbolo, um dos marcos históricos do processo inacabado de construção do edifício da paz democrática, que deveria ter iniciado em 1975 mas que apenas começou em 1991.

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