O bom funcionamento público-social assim como toda a Administração do Estado passa pelos programas e projectos elaborados pelo Executivo, e o Chefe do Executivo sendo que não trabalha sozinho precisa da colaboração de todos: dos seus auxiliares, dos consultores, da sociedade civil e de modo especial precisa também da colaboração da Juventude, de uma Juventude competente, qualificada e responsável.
O esforço terminal do MPLA pela manutenção do poder está a elevar a infantilização dos angolanos a níveis sem registo. Em termos históricos, os arquivos da bajulação acomodam anotações de intelectuais do MPLA, dignas de premiação em qualquer campeonato mundial da categoria.
Escravo entre aspas sim, pois talvez não seja o termo adequado, mas quem quiser que me corrija se achar que me vai ajudar e não porque não quero perder a oportunidade de ficar calado.
“Quis o destino que a Pátria o chamasse pela segunda vez a desempenhar o mesmo cargo, facto que não é comum e por essa razão gostaria de aproveitar esta oportunidade para felicitá-lo. Não sendo novo, conhecemos as suas qualidades, pois foi durante algum tempo colega no Conselho da República. Portanto, sabemos o que esperamos de si enquanto, mais uma vez, conselheiro do Presidente da República. Espero que desta vez venha para ficar”.
Sabem do perigo que pode ser para eles quando a mudança chegar? Olha que são quase 50 anos de muita dor, muitas lágrimas e muito sangue que tem se feito verter pior e pela agravante de ser grande parte em pleno dito período considerado como de paz.
Como não “estado de corrupção”, se magistrados, putativos guardiões da própria Lei, do Direito e da Justiça são atordoados com prendas top de gama (carros, casas e que mais?!!) antes de atordoarem todos os reinos da “segurança e certeza jurídicas” em cada caso relevante que lhes caia às mãos? E tudo à vista de todos!
A perseguição continua e desta vez o regime apresenta mais uma carta tirada do baralho para ofuscar, denegrir, deixar por rastos Adalberto da Costa Júnior com a convocatória do Conselho da República, depois de um jejum propositado porque nunca queria que o líder do povo e da UNITA Adalberto Costa Júnior fizesse parte.
Os ataques, do SINFO, levados a cabo, em Angola, através, dos miúdos, delinquentes, espalhados, com motorizadas, à toa por aí, em Angola, particularmente, em Luanda, e, pagos, pelo regime, do general João Lourenço, dirigidos, particularmente, agora, contra a Igreja Católica, por mais subtil, ou em surdina, que sejam, aos olhos de qualquer, observador atento.