"Vamos falar terra a terra: hoje, depois de pagar salários e o serviço da dívida o Estado fica sem dinheiro. Ponto! Esta é a realidade nua e crua."
E se uma coisa precisamos já deixarmos de fazer com urgência, é o de brincarmos com coisas muito serias.
6º congresso do MPLA foi o epílogo da maior batalha palaciana já ocorrida na historiografia política recente de Angola
Dr António Agostinho Neto sentiu o primeiro sintoma de bom augúrio para o futuro de Angola, tendo projectado uma fuga de Portugal à Angola, depois de ter sido vítima de perseguições e prisões pela PIDE, organismo português que era o viveiro da repreensão de nacionalistas e perseguição destes.
Decididamente, o MPLA entra amanhã numa nova era. A maior formação política angolana realiza sábado o seu VI Congresso Extraordinário para consagrar a transição na sua liderança, com José Eduardo dos Santos a passar o testemunho a João Lourenço.
Útil entre aspas sim, porque não quero acreditar que um tipo destes com este pronunciamento de que maneira poder servir aos interesses do JLO/MPLA nos tempos que correm.
Por Fernando Vumby
José Eduardo dos Santos, que passa no sábado a presidência do MPLA a João Lourenço, como já o havia feito em relação à do país, é um homem, com defeitos e virtudes, como qualquer ser humano.
O presente artigo tem como objectivo chamar a atenção para a questão da violência doméstica em Angola, bem como para a necessidade e relevância de se realizar um estudo com o propósito de entender os fenómenos que ocasionam essa violência. O interesse pelo tema nasceu a partir das dúvidas surgidas com os altos índices de violência doméstica que se vêm registando a cada dia.