Em busca de aplausos de otários: Já nem é preciso às vezes se ouvir os discursos destes tipos, raramente não são iguais. Carregados com a mesma fórmula demagoga e charlatã na busca de aplausos de alguns otários de plantão mobilizados e voluntários.
O discurso do Presidente angolano sobre o Estado da nação teve este ano uma duração bastante inferior há do ano passado, mesmo assim chegou quase às duas horas, e os dados foram fornecidos com mais cuidado. Dois elementos que faziam parte das “fundamentais da rua”.
Deviamos todos condenar a forma leviana como muitos estão a estigmatizar os nossos irmãos do Uige!
Luther Rescova tombou no rescaldo de uma missão que lhe haviam confiado, chegado ao Uíge, o jovem governante surpreendeu – se com variadas armadilhas que o haviam instalado, tendo à face, uma turma de sobas que contra o qual arrotavam em viva voz, mas não foi apenas desta, o maior activista social da região tê – lo – à desafiado num tom de arrogância insana, facto esse que mereceu um homicídio frustrado contra o activista.
Enquanto isto a plateia fica tonta e o assunto fica resolvido entre gatunos? O que me espanta já não é a finta em si, nem os números ilusórios pintados em gotas, mas sim a fantasia e forma como um João Lourenço que também deve devolver às aplica.
Depois daqueles choros de "pobreza" protagonizados, ora pela viúva, ora pela filha, o pai grande e arquiteto da paz em Angola, “sensível" aos problemas dos seus camaradas resolveu arrumar o "pé de meia" para a família do fundador da nação.
Não é habitual de se ver entre nós, tamanha comoção pelo passamento físico de um governante. Os mais velhos talvez dirão que, a morte de Neto, foi mais chorada como qualquer outra. Sim. Disto não há duvidas porque, o contexto político na altura (1979) era dominado pela palavra de ordem "Um só povo, uma só nação".
Quase quinze dias depois da imprensa Portuguesa através da TVI, haver entregue/exposto diante dos olhos dos Angolanos, de África e do mundo, o regime ditatorial, corrupto de Angola, sobre a continuação do banquete dos dinheiros de Angola, ali na Cidade Alta em Luanda.