A China deixou de ser o maior credor de Angola em 2025, tendo sido ultrapassada pelo endividamento interno, revelou hoje o responsável pela gestão da dívida pública angolana.
Angola foi o principal destinatário dos empréstimos chineses a África em 2024, ao absorver 1,45 mil milhões de dólares (1,22 mil milhões de euros), num ano em que o financiamento chinês ao continente caiu 50%, revelou um estudo.
Volvidos 50 anos sobre a independência de Angola, a China continua a ser um parceiro central para o país: de aliado ideológico na Guerra Fria a principal credor e investidor estrangeiro na atualidade.
O Governo angolano instou hoje os empresários chineses a alargarem investimentos em infraestruturas e conectividade no país, garantindo empenho na digitalização dos setores empresariais e ambiente propício para investimentos e parcerias que potenciam desenvolvimento económico a longo prazo.