Há momentos na história de um país em que o silêncio das instituições pesa mais do que as suas palavras. Em Angola, um desses momentos poderá chegar no dia em que as principais lideranças religiosas afirmarem, de forma clara e inequívoca, que a Comissão Nacional Eleitoral (CNE) não reúne as condições de independência exigidas por uma democracia.