Várias irregularidades levaram o Ministério das Finanças a devolver os contratos que o Governo Provincial de Luanda (GPL) assinou no final do mês passado com as operadoras que venceram o concurso público para a recolha de resíduos sólidos na capital até ao final do ano e aguarda pela sua revisão, apurou o Expansão.
O grupo parlamentar da UNITA, maior partido da oposição angolana, defendeu hoje a exoneração da governadora da província de Luanda, capital de Angola, "por incompetência" na resolução, há vários meses, do problema do lixo.
A deputada da bancada parlamentar da UNITA, Mihaela Webba, considerou que, o seu partido, quando for Governo em Angola, em 2022, com toda certeza vai fazer diferente.
O Luanda continua suja, mesmo após ganhar novas operadoras de limpeza. Fonte do GPL revela que governadora está «irritada» com a situação e não descarta a possibilidade de rescindir novamente os contratos. Empresas justificam o atraso nos trabalhos com a aquisição de materiais.
Sete empresas de limpeza começam hoje a recolha de lixo em Luanda, depois de vários meses de acumulação de detritos na capital angolana, na sequência da rescisão dos contratos com as operadoras de gestão de resíduos em dezembro.