O governo angolano quer que o sector privado intervenha mais na economia nacional, sendo priorizadas as empresas do sector das comunicações e já autorizou a Cooperação Financeira Internacional, IFC, braço financeiro do Banco Mundial, empresa vocacionada a apoiar financeiramente o setor privado para mobilizar novos accionistas para a UNITEL.
A Autoridade Reguladora da Concorrência (ARC) angolana defende a revogação das competências do Instituto Angolano das Comunicações (INACOM) suscetíveis de gerar conflitos face a poderes de regulação e sancionatórios deste em determinadas circunstâncias.
A Autoridade Reguladora da Concorrência (ARC) de Angola considera que há presença “excessiva” do Estado no setor das telecomunicações, uma “realidade desfavorável” à promoção da liberalização do mercado e que desincentiva o investimento no setor.
Ex-membro do Comité Central do MPLA, Silvestre Tulumba apontado como um dos maiores devedores do Banco de Poupança e Crédito (BPC), apresta-se a apresentar uma oferta de 250 milhões de dólares por 25% da participação da Sonangol na UNITEL.
Na análise do ano 2022 destacámos em Março o primeiro embate público das telefónicas, depois de terem falhado as negociações para a partilha de infraestruturas, que levou a Africell a acusar a Unitel de extorsão pelos preços de utilização que tinha pedido. A Unitel respondeu que apenas apresentou os preços de referência na região.