A UNITA acusou hoje o MPLA, partido no poder em Angola, de pretender continuar a promover processos eleitorais "antidemocráticos" para se manter no poder, ao rejeitar no parlamento os três projetos de lei de sua iniciativa.
O Grupo Parlamentar da UNITA anunciou ter sido formalmente notificado pelo Tribunal Constitucional da admissão do pedido de fiscalização abstracta sucessiva da Lei que aprova o Estatuto das Organizações Não Governamentais (ONG), dando assim seguimento ao Processo n.º 1462-B/2026.
O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, partilhou uma reflexão pública em que apela a uma prática política assente em valores éticos, responsabilidade e sentido de missão, colocando os interesses do país acima das disputas partidárias.
A UNITA (oposição) considerou hoje "inaceitável que em Angola, "pais tão rico em recursos" se normalize a sobrevivência como modo de vida e criticou os "discursos otimistas" do executivo que "chocam" com a extrema vulnerabilidade das familias.
O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, afirmou que a alternância política em Angola, nas eleições gerais previstas para 2027, dependerá em grande medida do papel da juventude, que considera essencial para o reforço da democracia no país.