Jornalista Luis Carlos
Licenciado em Jornalismo e Ciências Sociais é Administrador do site Angola 24 Horas
O Exército de Cuba confirmou que 32 soldados do país morreram durante o ataque dos Estados Unidos que prendeu Nicolás Maduro no sábado.
O Orçamento Geral do Estado (OGE) de 2026 volta a expor uma contradição recorrente: gastos elevados em programas e instituições que não geram receitas diretas para os cofres do Estado.
O número contabilizado de mortos durante os ataques de forças norte-americanas à Venezuela dobrou de ontem para hoje, chegando a 80 pessoas, segundo apuração do jornal norte-americano The New York Times.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, avisou hoje que a Presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, "pagará mais caro do que Maduro" se "não fizer o que deve".
A invasão militar norte-americana, a república Bolivariana da Venezuela, foi um ato reprovável, ou seja, pode-se considerar um desastre, pelo facto de a ação ter ultrapassado o razoável, do ponto de vista estrutural, e também uma clara negação inaceitável da carta das nações unidas, e sobretudo um desvio profundo das relações internacionais entre os estados independentes. Além de ferir mortalmente o direito internacional.
O Governo do Gana condenou hoje o "uso unilateral da força" por parte dos EUA contra a Venezuela, considerando que as declarações de Trump "evocam a época colonial e imperialista e estabelecem um precedente perigoso para a ordem mundial".
A União Africana (UA) pediu respeito pelo direito internacional e, embora não tenha condenado diretamente o ataque dos Estados Unidos à Venezuela, afirmou que os problemas internos do país sul-americano devem ser resolvidos internamente.
Em pronunciamento, Donald Trump disse que petroleiras norte-americanas voltarão a explorar petróleo na Venezuela e disse que vai governar o país até uma transição, mas indicou que María Corina Machado não fará parte do novo governo. E falou em ampliar 'domínio dos EUA' no Ocidente.
Cerca de uma centena de manifestantes juntaram-se hoje, em Luanda, para pedir justiça para a jovem Belma e defender penas mais duras para crimes sexuais, mas a marcha acabou por ser cancelada por falta de autorização.
A Rússia exigiu neste sábado (3) um esclarecimento "imediato" sobre o paradeiro do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e declarou estar "extremamente" alarmada com os relatos de que os Estados Unidos o retiraram "à força" do país.